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# Capítulo 2: O Banquete das Almas Perdidas
## I. O Silêncio e a Oferta
O eco dos gritos e gemidos se dissolveu, mergulhando o Bar do Drag?o em um silêncio mortal. Apenas o gemido fraco de Pratt Zanola cortava a escurid?o — ele era a única alma viva em meio à carnificina.
Preso a uma cadeira por correntes pesadas, Pratt engasgou: "Tudo bem, tudo bem... Vamos conversar."
Ele tentou a barganha final, sua voz aguda de adrenalina e medo. "Eu te darei cem moedas de ouro, terras nobres em *In Medias Res*... e algumas escravas para o seu prazer."
Zack e K permaneceram em silêncio absoluto. Uma chama de vela foi acesa ao lado do olho de Pratt, t?o perto que o calor fazia sua pele tremer. Zack se aproximou, um sorriso frio curvando seus lábios. Os Olhos Negros do Vazio perfuraram Pratt, que agora tremia de suor, arquejando por ar.
"Fale logo, seu bastardo!" Zack sibilou, mas Pratt permaneceu mudo.
## II. A Can??o dos Mortos
No ch?o, os corpos espalhados emitiam um sussurro estranho: um gemido fino e agudo que cresceu até se tornar uma risada delirante. As cabe?as decepadas exibiam sorrisos n?o naturais; olhos azuis brilharam como faróis, banhando o sal?o em uma luz pura e fantasmagórica.
"Que diabos é isso?!" Pratt gritou, o panico tomando conta dele.
"Meu Deus, isso é doentio..." Ele cobriu os ouvidos, mas os mortos continuaram rindo.
Em um coro distorcido, os cadáveres entoaram:
> "A noite vem... o pássaro negro voou... nossos filhos apodreceram... o que resta? Apenas nossos olhos... MAS SKULL os roubou! Skull está vindo! Hahaha, oh grande Skull!"
Era um hino de loucura.
Zack afastou a m?o dos ouvidos de Pratt e rosnou, sua voz carregada de fúria contida: "Escute, seu filho da puta! Onde está Mel?"
Pratt se contorceu, mordendo os próprios lábios até que o sangue escorresse pelo queixo. Seus olhos violetas giravam em espirais. A sanidade o abandonou.
"Mel... eu a dei para o monstr—"
Em um único movimento rápido, a Lua Negra se ergueu e, em um instante, a cabe?a de Pratt caiu no ch?o, enquanto sua risada final e enlouquecida ainda ecoava.
## III. A Fúria e o Pacto
K gritou com fúria, sua voz rasgando o ar: "Ele se entregou! Aquele bastardo teve o fim que merecia!"
Zack levantou o bra?o, olhos em chamas, a Lua Negra tremendo em sua m?o. "Que fim, K? Todos os dias, alimentamos o Vazio — e ninguém se importa!"
K ficou em silêncio — ela conhecia a amarga verdade. A ca?ada nunca mudava; apenas alimentava o apetite da escurid?o.
Zack rugiu, sua voz cheia de desespero e propósito: "Vá em frente, K. Eu terminarei o trabalho e expurgarei cada alma aqui antes que invoquem uma besta do Vazio. A energia negativa está forte demais."
K cerrou os punhos, uma determina??o fria substituindo a raiva. "N?o vou te deixar — pare de falar bobagens."
Ela se aproximou, encarando-o nos olhos. Por um batimento cardíaco, eles se confrontaram.
"Sinto muito..." Zack sussurrou, sua voz falhando.
Em um instante, K o atingiu com um soco sólido na boca. Zack caiu no ch?o, com a Lua Negra pousando sobre ele. Sangue escorreu de seus lábios.
Eles ficaram paralisados por um momento. Ent?o, uma risada rouca brotou de ambos — e se juntou aos ecos persistentes das cabe?as decepadas.
Zack se levantou, limpou o sangue da boca e sorriu: "Vamos acabar com isso, K."
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Ali, cercados por fuma?a sufocante e sombras famintas, eles se prepararam para o golpe final no Bar do Drag?o.
## IV. O Expurgo
A névoa pútrida escorria pela fresta da porta entreaberta, espalhando-se pelos corredores rangentes do Bar do Drag?o. Zack e K avan?aram em silêncio, a risada infernal de Skull trovejando em seus ouvidos. Veias negras rastejavam pelas paredes, ligando o sal?o profano ao corredor — um conduto vivo de energia sombria.
"Porta por porta," Zack murmurou, sua voz fria como a?o. "Acabamos com os nobres, libertamos os escravos, destruímos tudo o que estiver preso aqui."
K apertou o pergaminho contra o peito. A cada passo, os sussurros do ritual cresciam em um canto enlouquecedor.
### Primeira Porta
Eles derrubaram o batente. Lá dentro, um casal de nobres brindava sobre cadáveres mutilados. A Lua Negra cantou na m?o de Zack: um único golpe preciso decepou a cabe?a do homem; um segundo golpe arremessou a mulher contra a parede de mármore, estilha?ando ossos e manchando a pedra de vermelho.
K invocou **Fraqueza** (*Weakness*), transferindo a for?a da lamina do nobre para seus próprios membros e quebrando os grilh?es de um escravo. Ele saiu correndo, com lágrimas de alívio nos olhos.
*Nota de K: Cada uso de Fraqueza drena minha estamina — a exaust?o está se infiltrando em meus ossos.*
### Segunda Porta
Risadas e gemidos ecoavam pelo corredor. A energia sombria se coagulou em um horror de pesadelo: dezesseis cabe?as retorcidas, bocas escancaradas e olhos em espiral. Algumas choravam de tristeza, outras rugiam com alegria maníaca.
"K, quebre o ritual!" Zack ordenou, fincando a Lua Negra no ch?o para erguer um escudo de sombras.
K pegou seu frasco purificador e recitou o antigo encantamento. Enquanto os versos ecoavam, abomina??es libertas das jaulas despeda?adas do bar avan?aram.
Ela dan?ou em movimentos fluidos de capoeira e socos de soco-inglês, quebrando costelas e rachando cranios. Cada troca de **Fraqueza** transferia a for?a bruta dos monstros para seus golpes — no entanto, cada golpe era um passo mais próximo do colapso.
*Pensamento de K: Já queimei metade da minha energia... a qualquer momento eu vou travar.*
### Confronto com a Entidade Principal
Zack avan?ou em dire??o ao cora??o do ritual. Em meio ao caos, a risada zombeteira de Pratt Zanola ressoou: sua cabe?a girava em espirais, olhos violetas brilhando vingan?a.
"Pratt!" Zack berrou, segurando a Lua Negra. "Olha no que você se tornou!"
Pratt zombou: "Justi?a? Apenas mais morte!"
Os olhos de Zack endureceram. "N?o. Eu trago vingan?a."
Ele bateu em sua coura?a duas vezes, o metal soando como tambores fúnebres. Uma faísca sombria brilhou, tecendo relampagos negros crepitantes ao seu redor.
### O Poder se Cumpre
"Venha, trov?o!" Zack rugiu.
Uma tempestade de relampagos sombreados irrompeu, veias de ébano descendo de seus olhos até seus bra?os. O poder domado do Vazio atacou, triturando os núcleos do pesadelo. As cabe?as se chocaram até explodirem em uma cascata de fragmentos escuros.
## V. Pós-Batalha
O corredor tremeu, o canto se despeda?ando em um último grito de agonia. Faíscas de a?o e cinzas flutuantes dan?aram no silêncio antes de se assentarem. O ar fedia a metal queimado e resíduos arcanos.
K caiu de joelhos, seus pulm?es arquejando. O pergaminho estava reduzido a pó; o frasco, estilha?ado. Ela ergueu olhos cansados para Zack.
Ele se aproximou, sua aura ainda crepitando. Limpando o sangue do lábio, ele ofereceu a m?o para ela.
"Acabamos," ele sussurrou.
Ela assentiu, sua voz rouca: "O Vazio perdura... mas n?o aqui."
Juntos, eles cruzaram o limiar do Bar do Drag?o rumo ao silêncio de sua vitória conquistada com esfor?o.
Tabelas Oficiais do Mundo
Tabela 1 — Criaturas do Void
Tabela 2 — Continente Vermelho
Tabela 3 — Ca?adores
Tabela 4 — Sistema de Ranks do Mundo
Tabela 5 — Energia Espiritual e Habilidades
Tabela 6 — Ca?adores Irregulares
Regra Fundamental do Mundo
Aura n?o define poder.
For?a física n?o garante sobrevivência.
Habilidade é o que separa os fortes dos mortos.

